segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Informe empresarial - professor Thiago Gorski


  • Vence dia 7 de dezembro o prazo para recolhimento
  • Abertura de empresas poderá ser feita em até 48h
  • Quem são os MEIs?
  • Contribuinte deve receber intimação pessoal
  • RS - Receita Federal e Junta Comercial facilitam a abertura de empresas no Estado
  • Empresas não utilizam o feedback de forma eficiente
  • Toda empresa quer, poucas sabem por onde começar
  • Prever ações da concorrência a partir de suas metas
  • Dólar inicia semana no maior preço desde 2009
  • A lei da transparência tributária

  • Vence dia 7 de dezembro o prazo para recolhimento
No dia 7-12, vence o prazo para recolhimento, sem acréscimo, do FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Está obrigado ao recolhimento todo empregador, urbano ou rural. O empregador doméstico, quando tiver optado, também fica obrigado ao recolhimento.

O fato gerador do recolhimento é a remuneração do mês de novembro/2012.
Na ausência de fato gerador (sem movimento) das contribuições para o FGTS e para a Previdência Social, o arquivo Sefip deve ser transmitido para a primeira competência da ausência de informações, sendo dispensada a transmissão de arquivos, para as competências subsequentes, até a ocorrência de fato gerador.

Cabe ressaltar que, desde 1-7-2012, o Conectividade Social passa a ter acesso exclusivo por meio da certificação digital no padrão ICP - Brasil apenas para as empresas a partir de 11 empregados vinculados.

No caso das empresas com até 10 empregados, fica estendido até 30-6-2013 o prazo de validade dos certificados eletrônicos expedidos em disquete regulamente pela Caixa Econômica Federal.

Penalidade pelo recolhimento fora do prazo: - V. Edital da Caixa Econômica Federal divulgado no Portal COAD - Menu OBRIGAÇÕES - Seção de Recolhimento em Atraso.

Fonte: Coad

  • Abertura de empresas poderá ser feita em até 48h



O novo Portal do Empreendedor já está no ar e traz uma novidade importante para quem quer montar um negócio. A abertura de empresas poderá ser feita agora on line e em tempo reduzido. Os empreendedores de Brasília e Taguatinga, no Distrito Federal, que se enquadram na denominação Ltda e são de baixo risco – não operam com produtos químicos, gás ou fogos de artifício, por exemplo -, podem abrir a sua empresa em até 48 horas. Já existem projetos-piloto nesse sentido em alguns estados como Sergipe, Paraná e Minas Gerais. A ideia é que esse sistema esteja implantado em todo o país até 2014.

Além disso, o novo portal passa a permitir que os microempreendedores individuais (MEI) possam alterar o tipo de contrato, endereço e encerrar as atividades de seu negócio sem ter que comparecer à Junta Comercial de sua cidade.

O anúncio das mudanças foi feito durante o 1º Simpósio Brasileiro de Políticas Públicas para Comércio e Serviços (Simbracs), em Brasília. O evento é promovido pelo Sebrae, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e tem como foco unir o poder público e a iniciativa privada para discutir melhorias na competitividade e produtividade dos setores de Comércio e Serviços.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, disse que as modificações no Portal vão permitir um avanço na desburocratização e facilitar a vida dos empreendedores brasileiros. “Com essa iniciativa, vamos diminuir o tempo que os empresários gastam com burocracia e vamos dar a eles mais facilidade e tempo para se preocuparem com o negócio deles”.

As novidades do Portal do Empreendedor já estão no ar e podem ser acessadas no endereço: http://www.portaldoempreendedor.gov.br

Fonte: Revista Incorporadora

  • Quem são os MEIs?



A pirâmide empresarial brasileira, tal como a pirâmide populacional, também está mudando de formato. De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) existem hoje no Brasil mais de 2,6 milhões de Micro Empreendedores Individuais (MEIs). Até o final do ano, o número deve chegar a 2,8 milhões, segundo estimativas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). E há quem diga que, no futuro próximo, haverá no País mais empreendedores individuais do que micro e pequenas empresas, que hoje somam 4 milhões.
Formalização

Os MEIs, ou a maior parte deles, saíram da economia subterrânea graças à criação de  uma nova modalidade jurídica inserida na legislação do Simples Nacional em 2009. É como se fosse o primeiro degrau da pirâmide desse regime tributário especial, construído para uma legião de trabalhadores autônomos que vivem à margem do Estado e, portanto, sem proteção previdenciária e condições para obter um empréstimo e aumentar o seu negócio. 

Os empreendedores individuais podem obter o CNPJ em minutos por meio de uma inscrição no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br), desenvolver suas atividades na própria residência e pagam mensalmente uma carga baixíssima de tributos, que vai de R$ 32,10 a R$ 37,10, referentes à contribuição ao INSS,  R$ 31,10 (5% do salário mínimo); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), R$ 1,00;  e Imposto Sobre Serviços (ISS), até R$ 5,00. 

Legalizados, passam a ter direito aos benefícios previdenciários. O limite de faturamento anual é de R$ 60 mil desde o início deste ano.

A modalidade empresarial também é porta de entrada para o chamado "empreendedorismo de oportunidade".
Um levantamento do Sebrae mostra que 25% dos empreendedores individuais eram empregados sem carteira assinada. Outro dado que chama atenção é que 20% dos brasileiros que se formalizaram como MEIs declararam manter seu emprego. Para o Sebrae, os resultados da pesquisa feita em julho deste ano, que também constatou um nível alto de escolaridade entre os inscritos, mostram que há ainda um contingente expressivo de empreendedores a serem legalizados.


Na opinião do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, o ritmo das adesões à modalidade jurídica é satisfatório. O portal recebe, em média, três mil inscrições diárias. "Isso indica que a formalização é um bom negócio, pois facilita as relações de compra e venda, com a emissão de nota fiscal pelo MEI", afirma. De 2009 para 2010, o número de inscritos passou de 49.118 para 794.461. Hoje, são 2.605.420 cadastrados nas cerca de 700 atividades elencadas na legislação. 


Esse fenômeno das formalizações se confunde com a ascensão da chamada nova classe média. Estima-se que mais da metade dos empreendedores brasileiros (55,2%) está concentrada na Classe C. "Com o pleno emprego no Brasil, aumenta o número de pessoas que querem ser donas de seu próprio negócio, deixando de serem escravas do cartão de ponto nas empresas. É uma das características da nova classe média brasileira", analisa o diretor do Data Popular, Renato Meirelles.

Atividades

Os MEIs, como não poderiam deixar de ser, distribuem-se por centenas de segmentos. O maior contingente está no comércio varejista de vestuário. Mas esses novos profissionais espalham-se pelos segmentos de estética, minimercados, bares, choperias, serviços de eletricista,  pedreiro e tantos outros. Da mesma forma, muitos deles são imigrantes, a começar pelos que vieram da Bolívia, Peru, Argentina ou Portugal. A seguir, o perfil e o depoimento de oito MEIs.
Rafael dos Reis, chinelo personalizado.

Uma pesquisa do Sebrae feita com empreendedores individuais mostrou que 38% deles tinham carteira assinada antes de inscreverem como MEIs. É o caso do jovem Rafael dos Reis Tosso, que mantém um emprego com carteira assinada numa empresa de TI durante a semana, mas também é dono de um pequeno empreendimento em casa. 


Rafael fabrica chinelos de borracha personalizados  para complementar a sua renda  desde maio deste ano, quando conseguiu o CNPJ. Entre seus clientes estão pessoas físicas e empresas interessadas em comprar o produto para oferecer de brinde. "Posso emitir nota fiscal e acho que ter um CNPJ no cartão de visita é importante, além de pagar poucos impostos", disse. Antenado, Rafael, que é formado em Ciências da Computação,  fez pesquisa de mercado antes de se tornar um  MEI. As vendas, segundo ele, ainda são modestas, mas ele espera crescimento  com a chamada propaganda boca a boca e também com a página que montou no facebook.

Márcio, técnico de computadores.

MEI é sinônimo de ser livre, segundo a definição  do técnico em manutenção de computadores, Márcio de Souza Silva, que se formalizou no início deste ano e realiza a atividade na própria residência. Antes de se legalizar, ele trabalhava no Grupo Linx como auxiliar de almoxarifado.

"Desempregado, me veio uma luz, um sonho antigo, informática", lembra. Antes de ser demitido, ele havia feito um curso de configuração e manutenção de computadores no Senai. Ele esperava atuar nessa área dentro da empresa, o que acabou  não acontecendo.

"O fato de me tornar empresário, trabalhar de acordo com as leis, ter CNPJ, não pagar inúmeros e dispendiosos impostos,  é tudo de bom", resume.


De acordo com ele, a legislação permite desenvolver 15 atividades em sua residência, desde que ligadas ao ramo principal, de técnico em manutenção de computadores e periféricos. Atualmente, Márcio atende  pessoas físicas e, portanto, não é obrigado a emitir nota fiscal. Mas tem o bloco de notas caso resolva prestar serviços a pessoas jurídicas. Para ser legalizado, ele paga mensalmente R$ 37,10.
Roberto de Paula, barbeiro.

Roberto Aparecido de Paula se cadastrou como MEI há um ano e meio na função de barbeiro.


Ele tem um pequeno salão na Vila Sônia, Zona Oeste da capital paulista, e antes de virar um "empreendedor legal" trabalhava na clandestinidade diariamente das 7h30 às 19 horas para uma clientela cativa formada basicamente por homens.


Ele deixou a chamada economia subterrânea depois de receber visita de uma consultora do Sebrae, que expôs para ele as vantagens da adesão à figura jurídica mais famosa do Simples Nacional. 


"Hoje, eu tenho segurança tem termos previdenciários, com direito à auxílio doença e aposentadoria", afirma.

Rosenilda,  esteticista.

Atividades ligadas à estética estão entre as sete mais procuradas por empreendedores que pretendem se legalizar. De acordo com pesquisa do Sebrae, em julho deste ano, eram mais de 47 mil MEIs inscritos nessa atividade. A esteticista Rosenilda Matos de Jesus faz parte dessa estatística.  


Ela obteve o CNPJ em junho do ano passado, depois de dez anos trabalhando como autônoma, em idas e vindas na casa de clientes. Passou a atender empresas e salões mas um obstáculo a preocupou: pessoas jurídicas exigiam nota fiscal.  "Eu me inscrevi como MEI por necessidade", lembra. Hoje, 80% de seus clientes são empresas.


Na sua opinião, outra vantagem proporcionada com a legalização é o direito que passou a ter com a aposentadoria. "Hoje, eu recolho contribuição ao INSS".


Antes da decisão de atuar por conta própria, na condição de autônoma, Rosenilda já tinha trabalhado com carteira assinada por um bom período. "Apesar de todos os percalços, prefiro administrar meu próprio tempo e oferecer serviços de qualidade", afirma.
Marcelo Caseli, cabeleireiro.

O cabeleireiro Marcelo Caseli vê o direito à aposentadoria e ao auxílio doença como a principal vantagem oferecida pela legislação que trata da nova figura jurídica do Simples Nacional. 

Ele resolveu se inscrever no Portal do Empreendedor depois que sofreu um acidente de moto, o que o o obrigou a se afastar do salão onde trabalhava por 15 anos.

"Acho que o acidente me motivou a me cadastrar", analisa. Marcelo informou que soube do programa de formalização criado em 2009 por meio de amigos cabeleireiros que também foram incentivados a aderir. Essa atividade é a segunda que mais aparece nos cadastros dos MEIs.

Até o mês de abril deste ano, as inscrições somavam mais de 115 mil.

Aline, vendedora de roupas.

A jovem Aline Cristina sempre gostou da área de vendas e já havia trabalhado com cosméticos e lingerie, o que lhe rendeu uma clientela expressiva. Ela conheceu as peculiaridades da figura jurídica do MEI durante um estágio de sete meses no Sebrae.

O contrato de trabalho expirou e ela decidiu investir parte do salário ganho nesse período na compra de um lote de 40 calças jeans. E se inscreveu como MEI em fevereiro deste ano. A ideia era aproveitar a clientela antiga formada com a venda de cosméticos e lingeries. "Vendi todas as calças em quatro dias e ainda recebi encomenda de 50 peças", lembra.

Aline tem atualmente entre 50 e 70 clientes que ela faz questão de cadastrar em seu computador pessoal. As vendas são feitas nas casas das clientes. Para ter um preço competitivo, Aline costuma comprar as calças direto na fábrica.
Cecília Baruel, comida natural.

Com dois cursos superiores em seu currículo e passagens por empresas como Embraer e Unilever, Cecília Baruel se inscreveu como MEI em janeiro deste ano. Ela está produzindo alimento natural e balanceado para cães, já possui 300 clientes e tem planos para vender o produto, da marca Organicão, em pet shops. "Foi uma reviravolta na vida ter meu próprio negócio", afirma ela.

A ideia de se tornar uma microempreendedora surgiu depois de participar de  workshops voltados ao esenvolvimento de potenciais.

O gosto por cachorros, pela arte de cozinhar e vender resultou no pequeno empreendimento que ela toca hoje, sozinha, mas que está prestes a mudar de classificação na pirâmide empresarial.  Sim, neste ano, por alguns meses, o  faturamento ultrapassou a casa dos R$ 5 mil. Com isso, ela vai passar  de  microempreendedora para microempresária. "Como microempresa, pretendo contratar funcionários para me ajudar no negócio", adianta.
Welter, dono de uma bicicletaria.

O técnico em automação industrial Welter Pereira perdeu o emprego em junho do ano passado. Mas ganhou autonomia e status de dono do próprio negócio ao abrir uma bicicletaria  na Zona Norte. "Quis aproveitar meu conhecimento em mecânica", resume.

No pequeno estabelecimento, ele conserta e vende bicicletas e, por enquanto, trabalha sozinho, apesar de a legislação que trata da modalidade jurídica do MEI permitir a contratação de um funcionário.


Cuidadoso, antes de se tornar um microempreendedor, ele participou de várias palestras promovidas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e tem planos de continuar a aprender. "Não é fácil ser dono do próprio negócio. Não tenho chefe cobrando por resultados. Cobro a mim mesmo para que sobre dinheiro no final do mês para pagar as contas", afirma. Para o empreendedor, a falta de capital de giro é um dos obstáculos a serem enfrentados. Hoje, há  linhas de crédito especiais para MEIs.

Fonte: Diário do Comércio

  • Contribuinte deve receber intimação pessoal

Um grupo que atua no setor de petróleo e gás conseguiu na Justiça reabrir o prazo para recurso contra o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) de 2011. O mecanismo, adotado em 2010 pela Previdência Social, pode elevar ou reduzir a alíquota do Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) - que passou a se chamar Riscos Ambientais do Trabalho (RAT).

A decisão, proferida pela juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara Federal de Brasília, beneficia três empresas do grupo. A magistrada acatou o argumento de que os contribuintes não poderiam ter sido intimados por edital de decisões que indeferiram contestações ao FAP de 2011. Para ela, com base na Lei nº 9.784, de 1999, que regula o processo administrativo na esfera federal, as intimações têm que ser pessoais ou via correio, com aviso de recebimento (AR).

"Verifica-se que, apesar de haver a possibilidade de que a autoridade administrativa competente determine o meio pelo qual deverá ser feita a intimação, caso seja escolhido outro meio que não um dos expressamente previstos em lei - pessoal, via postal com aviso de recebimento ou telegrama -, esse outro meio deverá assegurar a certeza da ciência do interessado", diz a juíza na decisão. "A publicação de edital não traz tal segurança, não se podendo ter certeza de que o interessado realmente tomou ciência da publicação do edital de intimação."

Para o advogado Bruno de Abreu Faria, do escritório Araújo e Policastro Advogados, que defende o grupo, a intimação por edital só poderia ser feita em último caso. "A Previdência Social não pode tratar a exceção como regra", afirma. "Os editais nem trazem o nome das empresas. A identificação é pela raiz do CNPJ." Procurada pelo Valor, a Previdência Social preferiu não comentar a decisão.

O FAP está na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu repercussão geral ao tema nove anos depois de considerar constitucional o Seguro de Acidente do Trabalho. O relator do recurso apresentado pela Komatsu Forest Indústria e Comércio de Máquinas Florestais é o ministro Luiz Fux.

Embora tenha reconhecido a repercussão geral, Fux entendeu que o assunto já está resolvido. Para ele, as decisões reiteradas sobre a constitucionalidade da contribuição poderiam ser aplicadas ao caso. Em 2003, o STF decidiu que o governo poderia estabelecer por decreto os critérios para enquadramento dos setores econômicos previstos na legislação nas alíquotas do SAT, que varia de 1% a 3%, de acordo com o risco de cada atividade.

Fonte: Valor Econômico

  • RS - Receita Federal e Junta Comercial facilitam a abertura de empresas no Estado
Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul (Jucergs) está atendendo solicitações de inscrição perante o CNPJ. E a partir de 1º de janeiro de 2013, também atenderá as de alteração, relativas aos atos a ela apresentados para registro.

Tal medida representará para o cidadão a simplificação de procedimentos, que não mais precisará encaminhar documentos à RFB e redução de prazos, já que a inscrição ou alteração no CNPJ se dará imediatamente ao arquivamento do ato na Jucergs. Também representará redução de custos, eliminando a necessidade de gastos com reconhecimentos de firma e autenticação de cópias.

Na implementação desta medida será exigida pela Junta a apresentação do Documento Básico de Entrada no CNPJ (DBE) ou Protocolo de Transmissão (gerado para contribuintes que utilizarem certificação digital) no momento da apresentação dos atos para arquivamento, tanto em sua sede como em todos os seus pontos de atendimento no interior do RS.

Além disso, sendo o DBE encaminhado à Jucergs e por ela analisado, o número de inscrição no CNPJ já é inserido em seu banco de dados. As informações constantes do banco de dados da Jucergs são repassadas diariamente à Secretaria Estadual da Fazenda do RS e à Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Se o número do CNPJ fizer parte dos dados repassados, o contribuinte poderá obter a inscrição estadual e a inscrição municipal (se de Porto Alegre) pela internet.

A garantia de qualidade dos serviços prestados fica por conta da sólida parceria que vem sendo construída entre a 10ª Região Fiscal da RFB e a Jucergs, em que a cooperação mútua tem servido ao aperfeiçoamento dos processos de ambas as instituições.

Pioneirismo
A Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul (Jucergs) foi pioneira no Brasil na celebração de convênio com a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) para atendimento às solicitações de inscrição e alteração perante o Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ), parceria que só fez crescer nesses últimos anos, respondendo atualmente por cerca de 76% das inscrições e 17% das alterações de entidades empresarias no CNPJ.

Fonte: Jornal Agora

  • Empresas não utilizam o feedback de forma eficiente
O uso do feedback como ferramenta para desenvolver potenciais individuais e coletivos nas equipes de trabalho ainda não é bem utilizado pelas empresas brasileiras. Essa é uma das conclusões da psicóloga e consultora empresarial Simoni Missel, autora do livro “Feedback Corporativo - como saber se está indo bem”.

A obra, que será lançada na quarta-feira, às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre, é o resultado de uma pesquisa feita com 427 líderes de 249 empresas sobre a utilização do feedback no meio de trabalho. Conforme Simoni, o livro tem o objetivo de aconselhar gestores em como informar seus funcionários e colegas sobre a avaliação de seus desempenhos. “A intenção é divulgar técnicas e metodologias para realizar isso de forma correta, estabelecendo relacionamentos nas empresas que auxiliem os funcionários a melhorar efetivamente suas atuações profissionais.”

De acordo com a autora, os brasileiros ainda vinculam assuntos de trabalho a questões pessoais, e por isso têm dificuldades em lidar com o feedback. “Muitas vezes, os líderes temem falar com seus subordinados e colegas sobre suas atividades por que têm medo de ofendê-los, magoá-los. Os brasileiros ainda confundem muito as relações de amizade com as profissionais, e isso prejudica o desenvolvimento de uma cultura empresarial no País.”

Simoni lembra que uma pesquisa apresentada no livro aponta que 87,2% dos entrevistados confiam no feedback como ferramenta para melhorar a performance de suas equipes, mas 37,8% admitem que não têm abertura para discutir problemas com seus colaboradores. “Praticamente todos eles acreditam que o feedback é importante para aumentar a motivação e produtividade de seus funcionários, mas quase metade não coloca isso em prática no dia a dia.”

No entanto, a consultora empresarial aponta que as novas gerações de profissionais estão mais preocupadas em obter retornos confiáveis de seus superiores a fim de desenvolver os seus desempenhos. “Os jovens são ambiciosos e querem saber o que estão fazendo de forma correta no ambiente de trabalho e como melhorar o que não é satisfatório. Por isso, é importante que os gestores saibam como dar respostas apropriadas a seus colaboradores.”

Segundo Simoni, é importante também que os líderes saibam expressar suas opiniões sobre os funcionários sem que isso seja encarado como um julgamento sobre a pessoa. “Ao dar um feedback, é preciso saber manter isso apenas como uma avaliação profissional, e não uma crítica ofensiva ao colaborador”, explica.

Fonte: Jornal do Comércio

  • Toda empresa quer, poucas sabem por onde começar

Primeiro porque isto garante agilidade, eficiência e menos desperdícios na hora da produção, visto que os processos são padronizados. Segundo que o valor agregado ao produto ou serviço final passa a ser maior, uma vez que aquelas empresas que implantam uma ISO 9001, por exemplo, garantem aos seus consumidores qualidade. Há ainda vantagens em concorrências, por exemplo, principalmente quando o produto é voltado para o mercado externo, afinal, quanto mais certificações uma organização possuir, maior serão as garantias que ela dará ao seu consumidor. 
É interessante notar que algumas licitações já pedem a ISO como obrigatoriedade para os concorrentes. Isso ocorre com freqüência em obras públicas e a norma pedida geralmente é a OHSAS 18001, pois ela refere-se à Saúde e Segurança no Trabalho e, assim, dá garantias ao Governo de que a empreiteira preocupa-se e toma todas as medidas para a integridade física de seus profissionais.

Porém, apesar dos motivos já explicitados, muitas empresas ainda não sabem como começar um processo de certificação e, portanto, perdem oportunidades de negócios e não agem como o máximo de eficiência que poderiam ter. Sendo assim, traço quatro passos que considero fundamentais para este início de jornada rumo à norma ISO.

CONHECIMENTO SOBRE O OBJETO
É preciso conhecer bem todos os objetos e processos de uma organização para que alternativas possam ser pensadas e criadas. Dessa forma, a adequação a uma certificação começa pelo conhecimento de todas as partes da empresa. Para que isto possa ocorrer, é preciso investir em capacitação do pessoal interno e se necessário, na ajuda de uma consultoria, uma vez que elas são especialistas nisto.

IDENTIFICAR OS PROCESSOS
Aqui, é preciso o envolvimento de todos, inclusive do alto escalão, para garantir que a implantação da norma possa de fato acontecer. Afinal, o bom líder põe em prática aquilo que cobra de seus colaboradores.

ASSEGURAR PREVISIBILIDADE
Todas as tarefas de um sistema de gestão têm de ser feitas sempre da mesma forma, para que o produto final também seja sempre o mesmo. A organização que deseja conseguir uma certificação ISO precisa provar que seus processos possuem consistência e repetitividade. E os meios de fazer com que isso se torne realidade é investindo em treinamentos, documentos e comunicação interna, pois assim todos os colaboradores estarão cientes das exigências da norma e estarão aptos para colocá-las em prática.

INVENTÁRIO DE COMPETÊNCIAS
Última etapa, mas não menos importante, é a avaliação das competências de cada um dos colaboradores do quadro da empresa. É por meio desta análise que as organizações poderão descobrir os potenciais e fragilidades de cada profissional para, assim, designar a atividade que mais tenha a ver com o seu perfil.


Fonte: Revista Incorporadora

  • Prever ações da concorrência a partir de suas metas



Como as metas futuras dos concorrentes podem nos ajudar a prever as ações estratégias futuras deles? Neste artigo, veremos que é possível prever que tipos de movimentos estratégicos os concorrentes poderão realizar, se analisamos as suas metas futuras. A mesma análise pode ser usada pela própria Organização, num processo de autoanálise.

Este é o primeiro artigo de uma série de artigos que sugerem análises para tentar prever os movimentos estratégicos da concorrência. Aqui, vamos falar sobre "Metas Futuras" dos concorrentes. Traremos elementos que permitem prever o movimento dos concorrentes a partir de suas metas e objetivos. Nos próximos artigos, vamos abordar os outros três elementos cuja análise permite tentar prever o movimento dos concorrentes: Estratégias em Uso do concorrente, suas Capacidades Internas e suas Hipóteses sobre o Mercado.

Essas análises podem também ser aplicadas à própria Organização, no sentido de realizar uma autoanálise, que propicie um maior conhecimento e a geração de ideias estratégicas.
 •Metas futuras

Se o concorrente tem metas crescentes de resultados, é de se esperar que ele realize movimentos estratégicos agressivos, principalmente se o crescimento do mercado como um todo é menor que o crescimento que ele deseja. Dentre as principais metas que podemos pesquisar, estão as metas financeiras (faturamento, lucro, redução de custos), de participação no mercado (expansão, redução, manutenção), de posicionamento tecnológico e de número ou alcance de distribuidores.

A Organização deve comparar os resultados atuais e as metas futuras dos concorrentes. O concorrente está satisfeito com sua atual participação no mercado? Desejará manter ou expandir essa participação? Como atuará em relação ao ambiente, aos clientes e aos demais concorrentes? Como reagirá a um movimento estratégico que nossa Organização pretende fazer? Quão capaz e sério é o adversário para realizar movimentos estratégicos ofensivos, ou para retaliar movimentos estratégicos nossos? Pretende alterar seu foco de mercado, seu público-alvo? Pretende desenvolver mudanças, inovações, adotar novas tecnologias? Pretende ampliar o número de distribuidores ou o alcance de sua distribuição?

Abaixo, listamos alguns pontos que nos indicam metas da corporação e metas do portfolio de produtos ou serviços. Observe que essas metas podem ser financeiras ou não financeiras. Veja que esta análise é bem interessante como análise estratégica da própria Organização.

(1) Metas financeiras declaradas e não declaradas: a comparação do desempenho atual com o desempenho passado; a taxa de lucratividade; a taxa de crescimento da receita; o pagamento de lucros e dividendos aos sócios e acionistas;

(2) Indicadores utilizados: quais os indicadores (lucro, participação, posição de mercado etc.) e como esses indicadores são balanceados?

(3) Valores, crenças e perfis: a filosofia de gestão de pessoas; o nível de dissidência (ou diferença) em relação às estratégias e táticas comuns no mercado; o nível de ênfase em tecnologia e inovação; os valores e crenças históricos que seriam mantidos qualquer que fosse a estratégia adotada; a preferência de estratégia básica (custo, qualidade de produto ou relacionamento); a forma como o concorrente avalia o ambiente externo e os concorrentes;

(4) Liderança e Aprendizado: quem são os líderes? Quais as suas formações, seus currículos e seus "cases"? Qual o perfil dos líderes que estão sendo preparados? Quais as áreas têm mais pesquisa, treinamento e consultoria? Qual a distribuição etária dos líderes (todos jovens, todos experientes, distribuição equilibrada etc.)? Há participantes externos na diretoria e nas tomadas de decisão?

(5) Estrutura e Composição Organizacional: o organograma do concorrente; a divisão de tarefas e de responsabilidades; a relevância indicada pelos nomes das diretorias (se uma empresa tem uma "Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento", supõe-se que dê especial atenção a esse tema); a forma como aloca seus recursos, fixa seus preços e lida com melhorias e inovações;

(6) Sistemas de controle e incentivos: o sistema de remuneração de executivos, da força de vendas etc.; os índices de desempenho; as políticas da liderança; a participação societária e de resultados dos líderes e gerentes (eles possuem ações, participação no resultado?);

(7) Sistema de contabilidade: a forma de avaliar estoques e alocar os custos; o uso de capital próprio e de terceiros; a forma de levar em conta a inflação na formação de seus preços;

(8) Coerência e Unidade internas: os pontos de comum acordo entre todos os membros da alta administração; o alinhamento entre o planejado e o executado; há coerência nas ações em relação à estratégia escolhida?

(9) Compromissos e Obrigações: os compromissos contratuais ou públicos que afetam a estratégia; os contratos com executivos, colaboradores e representantes; os financiamentos; os licenciamentos e patentes; as leis, regulações e controles externos a que o concorrente está submetido;

(10) Comparações entre unidades ou entre unidade e matriz: a lucratividade de cada unidade e da matriz; o posicionamento de cada unidade e da matriz; a importância de uma unidade para a matriz; as áreas de crescimento da corporação como um todo e de cada unidade; as áreas de "colheita" (fonte de caixa); os objetivos e as motivações de cada unidade e da matriz; as estratégias genéricas diferentes entre as unidades e as áreas (ex.: uma tem foco em "baixo custo" e outra, em "qualidade); as diferenças de políticas das áreas (finanças, marketing, vendas etc.); a forma de relacionamento (de mais ou menos dependência) entre matriz e unidades; os valores e crenças divergentes entre matriz e unidades; os planos táticos para uma unidade; as diferenças na forma de recrutamento, remuneração e recompensa; o perfil da liderança da matriz e das unidades;

(11) Tipos de produtos: o que o concorrente fará com seus produtos do tipo: "estrela" (promissores), "vaca leiteira" (lucrativos, mas não promissores), "criança-problema" (incógnitas, que podem se tornar promissores) e "abacaxi" (nem lucrativos, nem promissores)? Quais produtos funcionam como "reforço" (de marca, de distribuição, como subproduto, como redutor de desperdícios etc.)

Fonte: Administradores

  • Dólar inicia semana no maior preço desde 2009



Dezembro começa com o dólar acima dos R$ 2,13, maior cotação desde maio de 2009, com o mercado prevendo novas altas na esteira da indefinição sobre o orçamento do governo americano em 2013 e da lenta recuperação econômica brasileira. A disparada da moeda americana ocorreu sem atuação do Banco Central, ao contrário do que ocorreu dia 23 de novembro, quando a autoridade monetária conteve a apreciação quando a divisa se aproximou de R$ 2,12.

Na sexta-feira, o dólar subiu 1,62%, maior alta desde junho, a R$ 2,131, cotação mais elevada desde 5 de maio de 2009. A expectativa entre operadores é que a moeda permaneça se valorizando nesta semana - uma queda viria apenas com intervenções do BC na ponta de venda.

"O PIB veio ruim e o mercado já fala em dólar a R$ 2,15. Está fácil puxar para cima. Só o BC entrando para segurar isso", disse André Ferreira, diretor da Futura Corretora. Para ele, nesta semana a situação será pior, uma vez que o prazo para resolução do "abismo fiscal" americano se reduz.

O economista de um banco estrangeiro disse que após muitos investidores terem de cobrir as apostas em uma Ptax mais baixa - na tradicional briga entre comprados e vendidos em derivativos cambiais cujos contratos para dezembro vencem hoje - a ideia de um dólar a R$ 2,40 no ano que vem "começa a soar muito mais interessante".

A alta do dólar se tornou perigosa, disse Tony Volpon, diretor-executivo e chefe de pesquisas para América Latina da Nomura Securities. Ele acredita que o dólar ainda deve subir mais no curto e médio prazos. Essa alta, porém, precisaria ocorrer de forma controlada, aos poucos, disse o executivo. "Ajustes abruptos acabam gerando mais incerteza e menos crescimento."

Já no mercado de juros o PIB do terceiro trimestre praticamente extinguiu a aposta em um aumento da Selic no ano que vem, enquanto cresceu o grupo de quem espera manutenção e até dos que admitem novo corte no custo do dinheiro. Para o estrategista para América Latina do BNP Paribas, Diego Donadio, o mercado considera agora que uma mudança na rota dos juros seria de queda da taxa, e não mais de alta. "Diante da postura do governo de fazer todo o possível para gerar crescimento, não tem como os agentes descartarem um novo corte de juros."

Para profissionais, se não houver sinais claros de que a economia avança mais em dezembro, vão crescer as apostas em novo corte da Selic em 2013. "Não acho que o juro cai na primeira reunião do Copom. O governo não deve dar o braço a torcer tão cedo. Mas pode acontecer na segunda ou terceira, caso a economia continue patinando", disse Octavio Vaz, sócio da Aquila Asset Management.

Fonte: Valor Econômico

  • A lei da transparência tributária
     
Foi uma conquista no Congresso Nacional às vésperas do aniversário da República. Embora falte a sanção presidencial, ato final do processo legislativo, a aprovação do Projeto de Lei nº 1.472, de 2007, de iniciativa popular, pode ser o passo definitivo para que os cidadãos possam ter em mente, constantemente, o preço que pagam pela administração pública. Essa lembrança cotidiana do elevado custo tributário instaura um gatilho natural de reivindicações, tornando os cidadãos, mesmos os menos abastados, legítimos advogados de sua cidadania.

Interessante que no dia em que se festejava a República, o ministro da Fazenda declarava à imprensa ser difícil a implementação dessa lei, esquecendo que os contribuintes e cidadãos já convivem com um colosso vergonhoso de normas e obrigações acessórias sempre em favor do conforto da administração pública. Ao mesmo tempo, a Associação Comercial de São Paulo já divulgava a existência de software gratuito para que os contribuintes possam implementar, desde logo, essa importante lei, cuja minuta teve apoio da população que, de bom grado, subscreveu essa iniciativa e assumiu, por isso mesmo, sua legítima titularidade. A aprovação da lei repercutiu aqui e no exterior. Sinal de maturidade.

Quem determina essa transparência tributária é a Constituição da República, em seu artigo 150, parágrafo 5º. Se desde 1988 a administração pública nada fez, deveria agora se esforçar para o bom êxito da iniciativa e não criticar ou apontar dificuldades inexistentes. Sobrecarregar os contribuintes e contabilistas com reiteradas obrigações acessórias pode. Esclarecer a população, não. A lei da transparência tributária deve ser festejada como conquista tão importante quanto as leis da ficha limpa e de responsabilidade fiscal. Juntas, implicam purificação do processo eleitoral, controle do gasto público e agora esclarecimento sobre os custos da manutenção do Estado. Aqueles que criticam a iniciativa também deveriam ter a mesma postura.

Não é hora de criticar, mas de implementar aquilo que foi possível aprovar
A redação, consequência de trabalho institucional da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e da Associação Comercial de São Paulo, mostrou-se por tudo e por todos adequada. Não pretendeu impor exatidão suíça aos valores informados, bastando a "informação do valor aproximado correspondente à totalidade dos tributos federais, estaduais e municipais, cuja incidência influi na formação dos respectivos preços de venda" (artigo 1º), o que provavelmente nem mesmo as autoridades tributárias conseguiriam. E por falar em autoridades tributárias, estas devem encontrar nessa lei um estimulo à atividade de cobrança e ao reconhecimento da árdua atividade desempenhada, porque o surgimento do gatilho natural de reivindicações por parte dos cidadãos valoriza cada centavo arrecadado e colocará em evidência cada centavo desviado ou mal aplicado. E isso é bom para todos.

O texto aprovado sofreu mínimas alterações no Congresso Nacional. As lideranças políticas envolvidas agiram com excepcional brilhantismo. As emendas de plenário apresentadas na Câmara, e retiradas no último momento, acabariam por afastar a redação do parágrafo 4º do artigo 1º que, reforçando o caráter informativo da lei, impede que seu conteúdo possa ser utilizado contra contribuintes que pretendam discutir esse ou aquele tributo. A proposição mantida é inequívoca: "devido ao seu caráter informativo, do valor aproximado a que se refere o caput deste artigo, não serão excluídas as parcelas de tributos que estejam sob discussão judicial ou administrativa, instauradas entre contribuintes e qualquer das entidades políticas tributantes, não podendo, ademais, o referido valor, constituir confissão de dívida ou afetar as relações jurídico-tributárias entre tais entidades e os contribuintes, de direito e de fato". A redação, de forma cristalina, reforçou o conteúdo informativo e garantiu que não surgissem distorções às prerrogativas dos contribuintes.
Não é hora de criticar, mas de implementar com sucesso aquilo que foi possível aprovar. A lei da transparência tributária não veio para resolver o caos tributário, e não pode ser cobrada para isso, mas será essencial para que todos participem da solução. A consequência indireta será popularizar os debates em torno das possibilidades de reforma tributária, e se esse nunca foi seu fim, até para isso servirá. Um tapa com luva de pelica naqueles que ainda se interessam pela obscuridade e complexidade.

Pode ser que no começo a ambicionada eficácia não se mostre presente e a população demore para compreender seus benefícios, mas isso não retira sua importância. Resultados permanentes não surgem da noite para o dia.

Fonte: Valor Econômico


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Profº Tiago Gorski Lacerda 
Coordenador do Curso de Ciências Contábeis 
 
Universidade Regional Integrada - URI 
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Santiago - Rio Grande do Sul - Brasil 

Um comentário:

Jerry Benson disse...

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