terça-feira, 5 de abril de 2011

POSSE


Hoje, às 16 horas na URI, toma posse o novo presidente do Consorcio Intermunicipal de Turismo - caminho das Origens. Assume o prefeito de Nova Esperança do Si]ul, Delvi Luiz Segatto em substituição ao prefeito de Santiago, Julio Ruivo.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

TAIFA NA TRITICOLA





O Projeto TAIFA, ganhou mais um espaço para exposição do material produzido em sua oficina. A partir de agora, os clientes da Cooperativa Triticola poderão também conhecer um pouco mais daquilo que lá é produzido. Graças a direção da Cooperativa, uma parte do mercado, na Rua Pinheiro Machado, foi colocada à disposição do TAIFA para comercializar e expor sua produção.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

SAUDE

O VAI E VEM DA SAÚDE


Definir o que é urgência ou emergência para um grupo de pessoas que nem atenta para a prevenção fica realmente complicado, bem como para a maioria da população quando o assunto é “doença - versus - atendimento.
A tão conhecida “triagem” entrou como um novo mecanismo na tentativa de evitar que o Pronto Socorro não se torne um ambulatório. As Unidades de Estratégia da Família também cumprem a mesma finalidade, tentando promover um atendimento mais perto das pessoas residentes nos bairros de sua cobertura. Esta estratégia não deveria resultar em reclamações, mas como o assunto saúde é complexo, a Prefeitura de Santiago, por exemplo tem procurado de todos os meios para tentar sanar as falhas do sistema e atender às necessidades da população, já que ninguém vai consultar somente para ver o médico.
Por falar em necessidade, a doença não escolhe a hora para aparecer e como a “orientação é procurar o atendimento sempre que necessário”, muitas pessoas se utilizam desta prerrogativa e vão em frente. Só que às vezes se deparam com o fator limitador de fichas, ficando o mesmo para o próximo dia, se a situação não se transformar em uma urgência nas próximas horas. Mesmo tentando procurar outra forma para consultar, fora de seu bairro e, sem o encaminhamento de praxe, documentado, acabam enfrentando problemas de território, pois, pelo que se sabe, cada Unidade de Estratégia da Família, é responsável pelo seu público alvo, não sendo permitido consultar em outra, salvo a inexistência de médico.
O que a população espera é agilidade e precisão, embora é passível de reconhecimento a falta de paciência de muitos que ignoram o funcionamento do sistema e querem fazer valer o direito à saúde previsto na Constituição Federal. Segundo o médico Arlindo Disconzi, que foi sugerido a dar sua opinião a respeito dos pré-diagnósticos, eles só podem ser emitidos pelo próprio médico, e que todo o sintoma deve ser investigado, cujas causas são apontadas através de exames. É por este caminho, que muitas pessoas são salvas no atendimento público de saúde.
Em Santiago, ainda, mesmo que sob algumas críticas, o atendimento à saúde é bom, se comparado a outras cidades. Existe a boa vontade do Executivo em contratar mais médicos, como vai ocorrer agora, a partir do concurso público realizado para suprir as deficiências das Unidades de ESFs; mas a população quer mais e talvez, seu principal anseio, seja: nunca deixar para amanhã o que poderá ser feito hoje.

Em noticia divulgada quarta-feira pela Agência Brasil - Aumentar o número de médicos e reduzir o tempo de espera para atendimento são as principais melhorias sugeridas por brasileiros para o Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo ouviu 2.773 pessoas no período de 3 a 19 de novembro de 2010. Para muitos a falta de médicos nos hospitais públicos mostra o descaso do Estado com os cidadãos. Sobre o atendimento em centros e postos de saúde, quase a metade dos entrevistados (46,9%) sugeriu que o número de médicos fosse aumentado. No atendimento por médicos especialistas, 37,3% dos entrevistados fizeram a mesma sugestão. O percentual é semelhante ao de pessoas que cobraram o mesmo em serviços de urgência e emergência (33%). As melhorias seguintes sugeridas pelos entrevistados incluem a redução do tempo de espera para atendimento em centros e postos de saúde e também a redução do tempo de espera entre a marcação da consulta e a visita ao médico.

SANTIAGO













Ângulos do Centro da cidade de Santiago. Caixa Federal, Praça Moises Vianna, Prefeitura e Igreja Matriz.







sábado, 12 de fevereiro de 2011

CARNAVAL 2011
















Taissa Menezes, da Escola de Samba Mocidade Independente é a rainha adulta do carnaval de Santiago. A escolha foi feita ontem à noite no Centro Cultura com a presença de várias pessoas./ Na mesma oportunidade foi escolhida como rainha infantil, Verônica Ramos, que representou a Escola de Turno Oposto Criança Feliz./ Elas, juntamente como Rei Momo, Marcos Bueno, estarão abrindo o carnaval 2011, dia 03 de março, na Avenida Julio de Castilhos./ O carnaval vai acontecer em praticamente todos os municípios da Região, como Jaguari e São Francisco de Assis.//

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

SAUDE MENTAL



SAUDE MENTAL: DAMOS POUCA IMPORTANCIA PARA ISSO

Na rotina da vida a aparência passa a ser importante na vida de todas as pessoas, apesar de que uma grande maioria não leva isso muito a sério. Uma significativa parcela da população se curva ao modelo de um corpo perfeito, de uma cor ideal, do corte de cabelo, das cores e de muitos outros ditames criados, na maioria das vezes sem razões. A necessidade de acompanhar a chamada “ ditadura da beleza” transcende determinados cuidados considerados importantes para não comprometer a saúde, como é o caso de alguém que nunca praticou atividade física e quer ficar em forma no verão, por exemplo.
Preocupados em manter a aparência, deixamos de lado um fator muito importante: a saúde de nossa mente. Atribuímos o fator loucura para muitas pessoas, mas às vezes não percebemos o que está acontecendo no nosso próprio interior, com a nossa qualidade de vida mental. De nada adianta uma linda aparência, para uma mente doentia, seria como apreciar o nada, na concepção individual de cada pessoa.
A fantástica caminhada para desvendar o mistério da mente humana, ainda é longa, pois continuamos a ser um mistério para nós mesmos, isso porque desconhecemos, na grande maioria, a necessidade de manter interligados os tripés da existência humana: a saúde física, espiritual e psíquica. A saúde física, é a que mais se sobressai; a espiritual ganhou um pouco mais de força e psíquica padece é a que menos se pratica talvez pelo desconhecimento ou interesse da coletividade. O desequilíbrio psíquico não é visto somente nas pessoas que denominamos de loucas. Se a gente parar pensar muitas manifestações acontecem dentro daquilo que julgamos normal.
A saúde da mente é a saúde do corpo e do espírito. Levamos cerca de 9 segundos para registrar um pensamento, independente de nossa vontade, por isso, é preciso que prestamos atenção naquilo que queremos guardar na nossa memória para evitar que esse lixo não passe a regular a nossa inteligência e comprometer nossos pensamentos felizes.
A saúde da mente começa na infância. Conforme o cientista e psiquiatra Augusto Cury, “as pessoas conhecem cada vez mais o imenso espaço e o pequeno átomo, mas não conhecem a construção da inteligência e o funcionamento de sua própria mente”. Se a saúde mental, é uma questão de saúde pública, é preciso conversar mais sobre o assunto, difundindo métodos preventivos e informando melhor a população sobre o assunto.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A TRISTE REALIDADE DE QUEM DEPENDE DO MARIDO VIOLENTO


“As mulheres vítimas de violência doméstica na América Latina se submetem aos maus-tratos porque não dispõem de condições financeiras para sobreviver sem a ajuda dos companheiros, maridos e namorados. A constatação é de um estudo da organização não governamental (ONG) Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos, com sede em Genebra, na Suíça”. O mais triste disso tudo, é de que no Brasil, 24% das mulheres vítimas de maus tratos afirmaram que apesar das agressões que sofrem, não se separam porque não têm como se sustentar, elas dependem financeiramente de seu cônjuge para viverem e para o sustento dos filhos.
Em Santiago, a situação não é diferente./ Embora não existam pesquisas, se percebe que a maioria das vítimas da violência doméstica também opta por permanecer ao lado do homem que é detentor da sustentabilidade econômica do lar.
Quase que diariamente as instituições de segurança pública registram casos de Maria da Penha, onde mulheres se submetem aos mais variados tipos de agressão de seus maridos ou companheiros e aí não inclui somente a questão física, mas também a psicológica.
Apesar de o município contar com a Coordenadoria da Mulher, abrindo espaço para atendimento às vítimas, é preciso, a partir das informações da ONG de Genebra também investigar a situação financeira das vítimas que apesar das atenções básicas, acabam voltando para a casa, convivendo com os mesmos problemas e até mesmo, se acostumando a apanhar quase que diariamente para não ter que morar na rua.
Esta conclusão internacional, que também projetou a situação da mulher vítima de violência no Brasil, abre uma lacuna para várias interrogações: quem são os maridos violentos? Porque eles agem assim? Sugerir a separação do casal é o melhor caminho? Quem irá sustentar a família na ausência da única fonte de renda que é o marido agressor? A Lei Maria da Penha, realmente cumpre sua função, ou é apenas mais uma entre tantas? Porque os casos de violência doméstica nunca cessaram em detrimento de sua existência? Que tipo de atendimento é oferecido ao agressor?
As respostas para estas e outras indagações não são única e exclusivamente das autoridades e representantes legais, mas de toda a sociedade que humanamente se omite e se torna incapaz para administrar a complexidade da família, considerada o núcleo de tudo. Quando falamos em sociedade, é bom definir bem o conceito desta palavra, que não se resume em elitismo, mas responsabilidade no conjunto de ações e deveres individuais e coletivos.
Enquanto as palavras se estendem pelo tempo, superando a praticidade, “No Brasil, 70% das vítimas de violência são agredidas dentro de casa e, em 40% dos casos, com lesões graves. Das mulheres assassinadas no país, 70% sofreram agressões domésticas./ São problemas que afetam, principalmente, as mulheres pobres que vivem em comunidades carentes.