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quinta-feira, 8 de maio de 2014
NOTICIAS DA AGAS
Foi constituída nesta segunda-feira, 28, através de proposição de autoria do
vereador Miguel Bianchini (PPL), uma Comissão Especial para tratar junto ao
DENIT, Exército Brasileiro e Poder Executivo Municipal a possibilidade de
execução de um projeto em parceria que vise a interligação dos bairros Monsenhor
Assis, Gaspar Dutra, Jardim dos Eucaliptos e Presidente João Goulart.
A Comissão composta pelos vereadores Miguel Bianchini (PPL), Davi Vernier (PP), Macir Ribeiro (PMDB), Nelson Abreu (PDT) e Sérgio Marion (PT) tem por objetivo a construção de faixa alternativa para passagem de pedestres no acesso aos bairros Monsenhor Assis, Gaspar Dutra, Jardim dos Eucaliptos e Presidente João Goulart . Com a interligação dos bairros através de faixa alternativa, o grande número de pessoas que transitam pela rodovia – BR 287 será menor, e, consequentemente, os índices alarmantes de ocorrências fatais de atropelamentos ocorridos no trecho também.
A partir de agora a Comissão dará início ao trabalho reunindo-se com as partes interessadas e discutindo o assunto que preocupa a todos, em especial aos pedestres e motoristas que necessitam passar pelo trecho diariamente para ter acesso a um dos bairros citados.
A Comissão composta pelos vereadores Miguel Bianchini (PPL), Davi Vernier (PP), Macir Ribeiro (PMDB), Nelson Abreu (PDT) e Sérgio Marion (PT) tem por objetivo a construção de faixa alternativa para passagem de pedestres no acesso aos bairros Monsenhor Assis, Gaspar Dutra, Jardim dos Eucaliptos e Presidente João Goulart . Com a interligação dos bairros através de faixa alternativa, o grande número de pessoas que transitam pela rodovia – BR 287 será menor, e, consequentemente, os índices alarmantes de ocorrências fatais de atropelamentos ocorridos no trecho também.
A partir de agora a Comissão dará início ao trabalho reunindo-se com as partes interessadas e discutindo o assunto que preocupa a todos, em especial aos pedestres e motoristas que necessitam passar pelo trecho diariamente para ter acesso a um dos bairros citados.
PROJETO
Projeto de extensão apresentado no COREDE
Fronteira-Oeste
Na manhã da quarta-feira, 30/04, o professor Tiago Gorski Lacerda,
coordenador do NEPI- VALE DO JAGUARI E FRONTEIRA OESTE, junto dos extensionistas
do projeto, esteve em Itacurubi participando de uma reunião com o Presidente do
COREDE Fronteira-Oeste, Hugo Chimenes, e com o Coordenador Regional, Cláudio
Marquiori (foto).
Na oportunidade, foi apresentado a eles o Projeto de Extensão Produtiva e
Inovação, fruto de uma parceria do Governo do Estado, através da Agência Gaúcha
de Desenvolvimento e Promoção do Investimento- AGDI e URI.
Esse projeto tem
como principal objetivo o aumento da eficiência e competitividade das empresas,
o aumento da produção, do emprego e da renda, como meio para desenvolvimento dos
setores econômicos e das cadeias e arranjos produtivos do Estado e suas regiões.
O projeto implanta Núcleos
regionais de Extensionistas em parceria prioritária com universidades públicas e
comunitárias, o caso da URI.
ASSINATURA
SAÚDE
Assinatura entre Hospital de Caridade e Estado deve ocorrer nesta
quinta
A
assinatura do credenciamento do Hospital de Caridade de Santa Maria com o Estado
do Rio Grande do Sul pode ocorrer nesta quinta-feira. Esta é a expectativa
apresentada pelo diretor do Departamento de Assistência Hospitalar e
Ambulatorial (DAHA), Marcos Antônio de Oliveira Lobato, aos deputados Jorge
Pozzobom (PSDB), Valdeci Oliveira (PT) e Adilson Troca (PSDB), e aos vereadores
santa-marienses João Chaves (PSDB) e Marcelo Bisogno (PDT). Em reunião ocorrida
na manhã desta quarta-feira (07), na Assembleia Legislativa, o diretor detalhou
os termos do contrato que visa garantir atendimento de alta complexidade para
pacientes do Sistema Único de saúde (SUS) – inclusive procedimentos oncológicos.
Conforme o diretor, o Estado repassará R$ 1,68 milhão por mês, num total
superior a R$ 20 milhões por ano. “Desde o primeiro dia que assumimos com o
deputado, eu e o Valdeci tratamos da contratualização do Hospital de Caridade. E
agora tudo indica que esta situação se concretizará. Quem sai ganhando é a
cidade de Santa Maria e a nossa região”, afirmou Pozzobom.
CES
Estudo realizado pela CVA Solutions em mais de 6 mil domicílios de
todo o país mostra que dentro do setor de roupas íntimas e meias, as
marcas DeMillus, Lupo, TriFil, Zorba e Adidas lideram as vendas e
preferência em todas as classes sociais. As marcas foram as mais
compradas nos últimos 12 meses e também as que possuem maior força de
marca (atração menos rejeição).
As projeções do levantamento indicam que em 2013 o setor movimentou no Brasil cerca de R$ 28 bilhões, com vendas de 1,6 bilhão de peças, números que vem apresentando crescimento ano a ano.
- O setor tem grande potencial de crescimento em virtude da melhoria do poder aquisitivo da Classe C e da realização de eventos esportivos, como a Copa do Mundo, que incrementam as vendas de alguns itens, como meias esportivas - comenta Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA Solutions, empresa de pesquisa de mercado e consultoria, subsidiária da companhia norte-americana CVM Inc.
A CVA Solutions realizou também um estudo qualitativo, com grupos de discussão, em cinco cidades do país (São Paulo, Rio, Recife, Porto Alegre e Curitiba), com um total de 32 pessoas das classes A/B e C/D, revelando características importantes sobre os consumidores no segmento.
O estudo quantitativo foi desenvolvido entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014, quando foram feitas 6.115 entrevistas e analisadas 28 categorias de produtos Underwear voltados para mulheres, homens, crianças, além de modeladores femininos.
As 28 categorias analisadas foram: masculino (cueca, meia casual, meia esportiva, meia social e meia compressão); feminino (calcinha, sutiã, camisete, top, meia casual, meia esportiva, meia fina e meia compressão); infantil (calcinha, cueca, meia casual menina, meia casual menino, meia esportiva menina, meia esportiva menino e meia fina menina); modeladores femininos (bermuda, body, short cintura alta, body com perna, calcinha modeladora, calcinha alta, camisete modeladora e vestido).
O mercado de modeladores femininos, de acordo com o estudo, é o que tem maior potencial de crescimento. Os produtos desta categoria são encontrados em menos de 20% dos domicílios pesquisados, sendo que mais de 55% das mulheres brasileiras com mais de 18 anos estão acima do peso, o que justificaria a compra e uso de peças para modelar o corpo e afinar a silhueta.
- O objetivo do estudo da CVA Solutions foi o de conhecer quem são os consumidores de roupa íntima para cada uma das 28 categorias e mostrar quais são as marcas mais vendidas, mais fortes, como é o consumidor, quando ele compra, onde ele compra, quanto paga, preferências, idades, classes sociais... - afirma Sandro Cimatti.
Durante as discussões dos quatro grupos foram abordados vários temas, revelando que as classes C/D compram roupa de baixo cerca de quatro vezes por ano, mais do que as A/B, que compram de duas a três vezes ao ano, porém investindo em peças de maior qualidade. As mulheres compram mesmo quando não precisam, já que consideram que uma roupa íntima nova e bonita aumenta sua autoestima. Os homens compram principalmente para repor peças gastas.
Também se verificou que homens e mulheres reservam roupas íntimas mais novas ou especiais para diferentes ocasiões, principalmente para encontros amorosos.
Estilos e cores preferidos também foram revelados. As mulheres preferem comprar as cores preta, branca e bege para o dia-a-dia e vermelha para ocasiões especiais. E gostam que seus parceiros vistam cuecas pretas ou brancas. Já os homens gostam de usar cuecas brancas, pretas, azuis e cinzas. Eles preferem que suas parceiras vistam preto, vermelho e branco e são unânimes em odiar a cor bege.
As mulheres preferem os modelos de sutiã push up e nadador e as calcinhas tipo biquíni e tanga e gostam de ver os seus parceiros vestidos com cuecas estilo boxer e microboxer. Elas não gostam da cueca modelo samba canção, considerado próprio para a terceira idade.
Os homens gostam de usar cuecas boxer, slip e microboxer. E gostam que suas parceiras usem sutiã tomara que caia e push up e calcinha fio dental (considerada desconfortável pelas mulheres para uso no dia-a-dia).
Foram analisadas 38 marcas, sendo que as mais compradas foram DeMillus (24,6%), Marisa (11,4%), DelRio (7,5%), Duloren (5,4%), Hope (4,4%) e TriFil (3,0%).
As lojas de departamento tem grande penetração nas compras (45%), seguidas por lojas de bairro (23%), loja do fabricante (20%) e catálogo de venda direta (17%). Cabe destacar a importância das vendas por catálogo para a marca DeMillus líder desta categoria.
Quanto aos modelos que a consumidora mais possui, a liderança fica com os clássicos (49,3%) e push up (18,5%). Os produtos Marisa são os mais baratos (R$ 22,16), enquanto os da marca Liz são os mais caros (R$ 54,80).
A DeMillus é líder isolada em força da marca (atração menos rejeição), na categoria sutiã, com 26,3%. A segunda colocada é a Duloren (6,5%), seguida por DelRio (5,9%), Hope (4,4%), TriFil (2,5%), Valisère (2,1%), Lupo/Loba (1,4%) e Marisa (1,3%).
Fonte: CDL Porto Alegre
As projeções do levantamento indicam que em 2013 o setor movimentou no Brasil cerca de R$ 28 bilhões, com vendas de 1,6 bilhão de peças, números que vem apresentando crescimento ano a ano.
- O setor tem grande potencial de crescimento em virtude da melhoria do poder aquisitivo da Classe C e da realização de eventos esportivos, como a Copa do Mundo, que incrementam as vendas de alguns itens, como meias esportivas - comenta Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA Solutions, empresa de pesquisa de mercado e consultoria, subsidiária da companhia norte-americana CVM Inc.
A CVA Solutions realizou também um estudo qualitativo, com grupos de discussão, em cinco cidades do país (São Paulo, Rio, Recife, Porto Alegre e Curitiba), com um total de 32 pessoas das classes A/B e C/D, revelando características importantes sobre os consumidores no segmento.
O estudo quantitativo foi desenvolvido entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014, quando foram feitas 6.115 entrevistas e analisadas 28 categorias de produtos Underwear voltados para mulheres, homens, crianças, além de modeladores femininos.
As 28 categorias analisadas foram: masculino (cueca, meia casual, meia esportiva, meia social e meia compressão); feminino (calcinha, sutiã, camisete, top, meia casual, meia esportiva, meia fina e meia compressão); infantil (calcinha, cueca, meia casual menina, meia casual menino, meia esportiva menina, meia esportiva menino e meia fina menina); modeladores femininos (bermuda, body, short cintura alta, body com perna, calcinha modeladora, calcinha alta, camisete modeladora e vestido).
O mercado de modeladores femininos, de acordo com o estudo, é o que tem maior potencial de crescimento. Os produtos desta categoria são encontrados em menos de 20% dos domicílios pesquisados, sendo que mais de 55% das mulheres brasileiras com mais de 18 anos estão acima do peso, o que justificaria a compra e uso de peças para modelar o corpo e afinar a silhueta.
- O objetivo do estudo da CVA Solutions foi o de conhecer quem são os consumidores de roupa íntima para cada uma das 28 categorias e mostrar quais são as marcas mais vendidas, mais fortes, como é o consumidor, quando ele compra, onde ele compra, quanto paga, preferências, idades, classes sociais... - afirma Sandro Cimatti.
Durante as discussões dos quatro grupos foram abordados vários temas, revelando que as classes C/D compram roupa de baixo cerca de quatro vezes por ano, mais do que as A/B, que compram de duas a três vezes ao ano, porém investindo em peças de maior qualidade. As mulheres compram mesmo quando não precisam, já que consideram que uma roupa íntima nova e bonita aumenta sua autoestima. Os homens compram principalmente para repor peças gastas.
Também se verificou que homens e mulheres reservam roupas íntimas mais novas ou especiais para diferentes ocasiões, principalmente para encontros amorosos.
Estilos e cores preferidos também foram revelados. As mulheres preferem comprar as cores preta, branca e bege para o dia-a-dia e vermelha para ocasiões especiais. E gostam que seus parceiros vistam cuecas pretas ou brancas. Já os homens gostam de usar cuecas brancas, pretas, azuis e cinzas. Eles preferem que suas parceiras vistam preto, vermelho e branco e são unânimes em odiar a cor bege.
As mulheres preferem os modelos de sutiã push up e nadador e as calcinhas tipo biquíni e tanga e gostam de ver os seus parceiros vestidos com cuecas estilo boxer e microboxer. Elas não gostam da cueca modelo samba canção, considerado próprio para a terceira idade.
Os homens gostam de usar cuecas boxer, slip e microboxer. E gostam que suas parceiras usem sutiã tomara que caia e push up e calcinha fio dental (considerada desconfortável pelas mulheres para uso no dia-a-dia).
Foram analisadas 38 marcas, sendo que as mais compradas foram DeMillus (24,6%), Marisa (11,4%), DelRio (7,5%), Duloren (5,4%), Hope (4,4%) e TriFil (3,0%).
As lojas de departamento tem grande penetração nas compras (45%), seguidas por lojas de bairro (23%), loja do fabricante (20%) e catálogo de venda direta (17%). Cabe destacar a importância das vendas por catálogo para a marca DeMillus líder desta categoria.
Quanto aos modelos que a consumidora mais possui, a liderança fica com os clássicos (49,3%) e push up (18,5%). Os produtos Marisa são os mais baratos (R$ 22,16), enquanto os da marca Liz são os mais caros (R$ 54,80).
A DeMillus é líder isolada em força da marca (atração menos rejeição), na categoria sutiã, com 26,3%. A segunda colocada é a Duloren (6,5%), seguida por DelRio (5,9%), Hope (4,4%), TriFil (2,5%), Valisère (2,1%), Lupo/Loba (1,4%) e Marisa (1,3%).
Fonte: CDL Porto Alegre
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