SÉRIE DÁ INÍCIO AOS DEBATES DO FÓRUM LIBERDADE DE IMPRENSA & DEMOCRACIA, QUE VAI ACONTECER EM MAIO, EM BRASÍLIA | ||||||||||||||
A revista e o Portal IMPRENSA querem mais liberdade para a imprensa. |
segunda-feira, 31 de março de 2014
Novos Promotores de Justiça serão empossados nesta segunda-feira
O auditório Mondercil Paulo de Moraes, na sede do Ministério Público gaúcho (Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80, 3º andar), será palco da posse de 30 novos Promotores de Justiça. A solenidade ocorrerá nesta segunda-feira, 31, às 17h, perante o Órgão Especial do Colégio de Procuradores. O Procurador-Geral de Justiça do Rio Grande do Sul, Eduardo de Lima Veiga, presidirá os atos, que serão prestigiados por autoridades municipais e estaduais.
Os Promotores de Justiça prestaram o 46º concurso para ingresso à carreira do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que iniciou com, aproximadamente, 2,5 mil inscritos. A prova de tribuna, encerrada em dezembro do ano passado, foi a última etapa do concurso. Os novos Membros do Ministério Público participarão, a partir desta terça-feira, 1º, de um curso de acolhimento e integração, realizado pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF). Após essa etapa, assumirão suas Promotorias no Interior do Estado.
Indústrias farmacêuticas e distribuidoras podem, a partir de hoje
(31), adotar o reajuste de até 5,68% nos preços de medicamentos
regulados pelo governo. A resolução da Câmara de Regulação de
Medicamentos (Cmed) que autoriza o reajuste foi publicada na última
quinta-feira (27) no Diário Oficial da União.
De acordo com o Ministério da Saúde, a regulação é válida para mais de 9 mil medicamentos, sendo que mais de 40% deles estão na categoria nível três – de menor concorrência, cujas fábricas só poderão ajustar o preço-teto em 1,02%.
“O ajuste autorizado pode alterar o preço máximo de fábrica, porém não impacta diretamente no valor pago pelo consumidor, uma vez que muitas empresas adotam descontos na comercialização dos produtos”, informou a pasta.
A Cmed fixa o valor do reajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.
De acordo com o Ministério da Saúde, a regulação é válida para mais de 9 mil medicamentos, sendo que mais de 40% deles estão na categoria nível três – de menor concorrência, cujas fábricas só poderão ajustar o preço-teto em 1,02%.
“O ajuste autorizado pode alterar o preço máximo de fábrica, porém não impacta diretamente no valor pago pelo consumidor, uma vez que muitas empresas adotam descontos na comercialização dos produtos”, informou a pasta.
A Cmed fixa o valor do reajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) abre, nesta segunda-feira (31), as inscrições para uma nova chamada pública do Fundo Setorial do Audiovisual - FSA,
que investirá R$ 50 milhões em projetos de produção independente
selecionados por editais de entidades e órgãos públicos dos governos
estaduais e municipais. Com esta iniciativa, a Ancine e o Ministério da Cultura esperam estimular a estruturação de políticas públicas locais para o desenvolvimento do setor audiovisual.
A chamada é dirigida aos governos estaduais e às
prefeituras das capitais dos estados das regiões Norte, Nordeste, Sul e
Centro-Oeste, e do Espírito Santo, Minas Gerais e do Distrito Federal.
Diversos estados e municípios costumam fazer investimentos esporádicos
em produção de filmes e obras seriadas de televisão. Mas o novo momento
do cinema e da televisão brasileira requer coordenação de esforços entre
diversos parceiros para estruturar o setor em todo o País.
A suplementação de recursos oferecida pelo FSA será
proporcional ao aporte dos órgãos e entidades locais seguindo os
seguintes parâmetros: até duas vezes os valores aportados pelos órgãos e
entidades das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; até uma vez e
meia os valores aportados pelos órgãos e entidades da região Sul e dos
estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Os recursos do FSA serão repassados às empresas produtoras
independentes pelo agente financeiro do fundo e o desembolso estará
condicionado à comprovação do aporte pelos órgãos ou entidades locais na
conta corrente da produtora selecionada.
"Os efeitos das ações nestes mais de cinco anos de
atividades do Fundo Setorial já são bastante perceptíveis. Vivemos hoje
um excelente momento no setor audiovisual brasileiro. A intenção do
Ministério da Cultura e da Ancine com esse novo edital, aliado aos
indutores regionais já presentes nas chamadas públicas de produção e
desenvolvimento, é a de estimular a inclusão de novos atores neste
cenário, diversificando e descentralizando a produção nacional, sempre
procurando fortalecer a produção independente", afirma o
diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel.
Como participar
Os órgãos e entidades interessados devem enviar suas propostas entre 31 de março e 25 de abril, contendo o Ofício de Intenção (Anexo I), o Formulário (Anexo II) e uma Proposta de Minuta do Edital Local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3037-6028 ou pelo e-mail suplementacao.fsa@ancine.gov.br
Fomento ao audiovisual brasileiroDesde a sua primeira convocatória, em dezembro de 2008, o Fundo Setorial do Audiovisual já contemplou cerca de 400 projetos de distribuição e produção para cinema e TV. Em dezembro de 2013, a Ancine anunciou investimentos no valor de R$ 400 milhões, oferecendo oportunidades de apoio a todas as etapas da produção audiovisual, desde o desenvolvimento de projetos até a comercialização, passando pela produção de conteúdo independente para as salas de cinema e telas das TVs aberta e por assinatura.
Campeões de bilheteria como "Minha mãe é uma peça", "Muita calma nessa hora 2", "Somos tão jovens", "Faroeste caboclo" e "O palhaço", e obras premiadas em festivais como “Hoje eu quero voltar sozinho”, "Tatuagem" e "Avanti Popolo", têm o apoio do Fundo. Em 2013, os filmes lançados com investimentos do FSA foram responsáveis por 70% da bilheteria nacional.
Produções de perfis variados que chegaram às TVs aberta e por assinatura também contaram com aportes do FSA, como as séries de animação "Historietas assombradas (para crianças malcriadas)" - campeã de audiência na TV paga, segundo o Ibope - e "Osmar, a primeira fatia do pão de forma"; e séries de ficção como "As canalhas", "Três Teresas" e “Amor Veríssimo”.
Outra importante área de atuação do FSA é o estímulo à expansão do parque exibidor brasileiro. Por meio do Programa Cinema Perto de Você, gerenciado pela Ancine em parceria com o BNDES, o Fundo já investiu mais de R$ 130 milhões na abertura de mais de 250 salas em todo o País.
No momento, também encontram-se com inscrições abertas as chamadas públicas PRODECINE 02/2013, de produção de obras de longa-metragem; PRODECINE 03/2013, de comercialização de obras de longa-metragem; PRODECINE 04/2013, de complementação à produção de longas-metragens; PRODAV 01/2013, de produção de obras voltadas à TV; PRODAV 02/2013, de programação de conteúdos para TV; e as chamadas PRODAV 03/2013, PRODAV 04/2013 ePRODAV 05/2013, de apoio ao desenvolvimento de projetos.
Fonte:
Agência Nacional do Cinema
quinta-feira, 27 de março de 2014
comparecimento
PESSOAS QUE DEVEM COMPARECER COM URGENCIA NA FGTAS/SINE
–SETOR DE CARTEIRA DE TRABALHO
1- EDERSON
LUIS DA SILVA PAZ
2- JUSTINE
DA SILVA MAIA
3- DIANIFER
LOPES MARTINS
4- DIENIFER
DOS SANTOS BETIN
5- KAROLINE
DORNELES DOS SANTOS
6- FABIANE
ANDREIA HABITZREITER
7- MATEUS
LEMOS BIANCHI
8- RENAN
DORNELES CARVALHO
9- REVERSON
ANIBELE
10- ELIEZER
NUNES WURSLIN
11- CARLA
TATIANE MEDEIROS TRINDADE TASSINARI
12- EVA
ERONI COURTES DOS SANTOS
13- EVANDRO
SACILOTO DA SILVA
14- ELISANDRA
RODRIGUES MULAZZANI
15- LAÍSA
DE SOUSA GALVÃO
16- KELLY
GIRELI PILAR
17- MARIA
DE LOURDES ESTEVAN ESTEVÃO
18- RENATO
FLORIANO PIMENTEL JUNIOR
19- NAIRA
ELISABETH SILVEIRA
20- IONARA
DE FÁTIMA NASCIMENTO FERREIRA
21- ANA
PAULA DA SILVA MARQUES
22- RAQUEL
ROCHA DA SILVA
23- LUIZ
ADEMAR DALSASSO
24- MAICON
PORTELA HARTTFEIL
25- JOSIANE
MAINARA TAMIOZZO BENDER
26- CAMPONOR
HENRIQUE VAZ
27- SABINO
ANTONIO NUNES DOS SANTOS
28- OTACIANO
FERREIRA BATISTA
29- JOAO
BATISTA CORREA RAMOS
30- JEAN
PRESTES PEREIRA
31- THIAGO
DOS SANTOS GOUVEA
32- RODRIGO
DA CUNHA
terça-feira, 25 de março de 2014
69% dos pais
afirmam conversar com os filhos sobre dinheiro, mostra pesquisa do SPC Brasil
Para educador
financeiro do Serviço de Proteção ao Crédito, um dos desafios é mostrar aos
filhos pequenos que dinheiro “não dá em árvore”
É bastante expressivo
o número de pais que afirmam dialogar com os filhos sobre a situação financeira
familiar. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC
Brasil), sete em cada dez entrevistados (69%) conversam em casa sobre assuntos
relacionados a dinheiro. Esse percentual só não é maior pois 12% dos pais
avaliam que os filhos ainda são muito jovens (menos de cinco anos) para
participar da conversa. Apenas 19% dos entrevistados admitem que não mantêm esse
tipo de diálogo.
O estudo indica, ainda, que os pais que sabem controlar seus gastos e só fazem compras quando realmente têm condições, tendem a conversar mais sobre dinheiro com os filhos. Entre os pais que sempre avaliam sua situação financeira antes de comprar um produto, 75% conversam com seus filhos sobre como lidar com dinheiro. Por outro lado, entre os que nunca ou somente às vezes avaliam sua situação financeira antes das compras, apenas 59% orientam os filhos sobre como lidar com dinheiro.
“Coerentemente, os pais que têm um bom conhecimento sobre suas próprias finanças, como, por exemplo, saber o valor das contas do próximo mês, são os que mais conversam com os filhos sobre como lidar com o dinheiro. Filhos de pais com pouco conhecimento de suas próprias finanças tendem a conversar menos com os filhos sobre dinheiro, o que dificulta a vida financeira futura dessas crianças”, afirma José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz - iniciativa lançada pelo SPC Brasil para disseminar a educação financeira entre os consumidores.
O percentual de 69% dos que dialogam sobe para 75% entre os que têm bom conhecimento sobre suas finanças e cai para 64% entre os que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre sua vida financeira.
O estudo indica, ainda, que os pais que sabem controlar seus gastos e só fazem compras quando realmente têm condições, tendem a conversar mais sobre dinheiro com os filhos. Entre os pais que sempre avaliam sua situação financeira antes de comprar um produto, 75% conversam com seus filhos sobre como lidar com dinheiro. Por outro lado, entre os que nunca ou somente às vezes avaliam sua situação financeira antes das compras, apenas 59% orientam os filhos sobre como lidar com dinheiro.
“Coerentemente, os pais que têm um bom conhecimento sobre suas próprias finanças, como, por exemplo, saber o valor das contas do próximo mês, são os que mais conversam com os filhos sobre como lidar com o dinheiro. Filhos de pais com pouco conhecimento de suas próprias finanças tendem a conversar menos com os filhos sobre dinheiro, o que dificulta a vida financeira futura dessas crianças”, afirma José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz - iniciativa lançada pelo SPC Brasil para disseminar a educação financeira entre os consumidores.
O percentual de 69% dos que dialogam sobe para 75% entre os que têm bom conhecimento sobre suas finanças e cai para 64% entre os que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre sua vida financeira.

Outra constatação do levantamento é
que o hábito de conversar com os filhos não se mostrou diretamente relacionado à
renda domiciliar. Entre os entrevistados com renda domiciliar de até R$
1.950,00, 63% conversam com seus filhos. O número não é estatisticamente
diferente dos 72% dos pais com renda acima de R$ 1.950 que afirmam manter algum
tipo de diálogo sobre dinheiro com os filhos.

Dicas do meubolsofeliz.com.br para ampliar o diálogo sobre finanças com os filhos
Na avaliação do educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz – iniciativa lançada pelo SPC Brasil - os conceitos da educação financeira devem ser inicializados desde cedo e praticados dentro de casa. “As crianças, jovens e adolescentes precisam ter noção do valor do dinheiro, para que possam ter uma vida financeira mais sustentável e equilibrada. Saber lidar com o dinheiro é uma habilidade essencial para todos os momentos da vida, pessoal e profissional, mas é dentro de casa que se semeia os grandes valores”, afirma.
Confira as dicas do Portal “Meu Bolso Feliz” para ampliar diálogo entre pais e filhos sobre dinheiro em casa:
1. Diálogo em casa:
Em primeiro lugar é preciso fazer com que os filhos entendam que dinheiro "não dá em árvore", que as coisas são compradas com o dinheiro que é recebido como resultado do trabalho dos pais.
Viver de modo compatível com sua renda também ajuda os filhos a entenderem que é possível viver bem, desde que exista planejamento e controle e que os sonhos podem ser realizados no tempo certo e sem apertar a família.
2. Hora das compras
A hora das compras é um bom momento para mostrar que não se pode ter tudo, que as coisas têm preços diferentes e que existe o momento certo para comprá-las.
A ansiedade é um grande inimigo das finanças familiares, pois, muitas vezes, a compra é feita por impulso, para resolver um problema de relacionamento, ou uma birra dos filhos; troca-se uma boa conversa por um presente. Conversar com os filhos sobre finanças pode ser uma boa oportunidade para você mesmo refletir sobre sua organização e controles. O exemplo vem da atitude dos pais. A família só tem a ganhar, no presente e no futuro.
3. Momento de certo para falar do assunto
Cada idade vai requerer uma forma diferente de tratar o assunto dinheiro, mas o momento em que já existe a mesada, por exemplo, é quando se deve conversar sobre o controle, uma vez que a mesada mal utilizada vai acabar, e aí é que estaremos num momento de decisão, já que cobrir o "buraco" fará com que os filhos se acostumem com o fato de que alguém sempre cobre a falta de dinheiro. Estaremos criando um futuro usuário do cheque especial.
Sempre é possível encontrar a oportunidade de se falar de dinheiro, mas de uma forma leve e não numa reunião familiar para tratar desse assunto no cotidiano. Como quando temos decisões importantes a serem tomadas, como a compra da casa, que podem ser discutidas especificamente para que todos possam não só sentir a importância da conquista, mas também saber que por trás dela existe uma grande responsabilidade.
4. Pensando no futuro dos filhos
Previdência Privada é o nome que se dá a uma reserva para o futuro, e esta pode ser feita de várias maneiras, inclusive através da Caderneta de Poupança, caso a família não tenha recursos suficientes para contratar uma Previdência. O importante é poupar sempre, não desprezar os pequenos valores e ter regularidade. Fazer uma poupança para os filhos desde pequenos e mostrar que o dinheiro está crescendo é outra forma de ensinar o valor do dinheiro. Que tal colocar sempre um pedacinho da mesada na poupança?
O que é o “Meu Bolso Feliz”?
Para contribuir com o aprendizado da educação financeira e despertar o interesse de jovens e crianças, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lançou na última semana o portal Meu Bolso Feliz - http://meubolsofeliz.com.br. A página oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores de compras, investimentos, previdências e poupança, além de consultorias individualizadas ao internauta fornecidas pelos economistas e educadores do SPC Brasil.
O portal Meu Bolso Feliz disponibiliza mecanismos para orientar e acompanhar a vida financeira do brasileiro nas mais diversas situações de consumo — da mais básica como uma simples compra no supermercado até aquela que aparenta ser complicada, como planejar a própria aposentadoria. Dessa forma, o conteúdo do site foi desenvolvido de maneira interativa, simples, descomplicada e didática para alcançar o entendimento e o interesse do maior número de consumidores possível.
Acesse o site em www.meubolsofeliz.com.br
FGV
e IPEA realizam ciclo de conferências em compras públicas e desenhos de
concessões
Debater o momento
atual da gestão de compras públicas no país e apresentar os caminhos para seu
contínuo aperfeiçoamento são os principais objetivos da Fundação
Getulio Vargas - por meio da FGV Projetos e da Escola de Economia de São Paulo
(EESP) - e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) neste mês de
março, quando realizam o Primeiro Ciclo Brasileiro de Conferências em Compras
Públicas e Desenhos de Concessões. Com o apoio do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação (FNDE), o ciclo é composto por três eventos: dois acadêmicos nas
cidades de São Paulo (21 e 22/3) e Rio de Janeiro (24 e 25/3) e um
seminário voltado para a sociedade, reunindo líderes do meio governamental,
privado e acadêmico em Brasília (26/3).
Seminário em
Brasília
Principal
encontro do Ciclo e aberto ao público, o evento acontece no dia 26 de março, na
ESAF (Escola de Administração Fazendária), e será voltado à estratégia
governamental. Serão discutidas questões relacionadas ao papel das
diversas ramificações do governo para o incentivo ao desenvolvimento
socioeconômico e para uma gestão de compras mais transparente, eficiente e
inovadora. Líderes governamentais, executivos e
especialistas debaterão a
formulação de políticas públicas e os desafios comuns que os reguladores de
compras públicas enfrentam em diferentes regiões do mundo.
Entre os líderes
governamentais convidados estão a presidente Dilma Rousseff, os ministros
Guido Mantega (Fazenda), Henrique Paim (Educação), Miriam
Belchior (Planejamento), Jorge Hage (CGU), Guilherme Afif
Domingos (Secretaria de Micro e Pequenas Empresas), e o presidente e
ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto
Nardes.
O evento também
reunirá importantes nomes nacionais e internacionais como Carlos Ivan
Simonsen Leal (presidente da FGV), Marcelo Neri (presidente do IPEA),
Romeu Caputo (Presidente do FNDE), Yves Leterme (secretário-geral
adjunto da OCDE), Nelson Machado (ex-Ministro do Planejamento e da
Previdência Social e atual professor da FGV), Caroline Nicholas
(secretária de Direito Comercial Internacional da UNCITRAL), Etel
Patricia Bereslawski (especialista em Aquisições no Banco Mundial), entre
outros.
Veja a programação completa no link: http://fgvprojetos.fgv.br/eventos/i-ciclo-brasileiro-de-conferencias-em-compras-publicas-e-desenhos-de-concessoes
Credenciamento e mais informações para a
imprensa:
FGV Projetos - GWA Comunicação Integrada
Michelle Danza Franco
(11) 3030-3000 r:213 / (11) 99491-0441
michelle@gwa.com.br
Michelle Danza Franco
(11) 3030-3000 r:213 / (11) 99491-0441
michelle@gwa.com.br
SINE
N O T A
P A R A O J O R NA L
F A L A D O
O SINE comunica que possui:
- uma vaga de vendedor, com experiência em vendas;
- seis vagas de auxiliares de produção, para trabalhar
em Nova Esperança do Sul no turno da noite, setores de grampeadeira e acabamento,
trazer currículos;
- uma vaga de doméstica, meio expediente, turno da
tarde, trabalhar uma vez na semana;
- uma vaga de ordenhador, com experiência, para
trabalhar no Capão do Cipó;
- uma vaga de auxiliar de produção, trazer currículo com
foto;
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