quinta-feira, 17 de junho de 2010



O professor Francisco Assis Gorski, foi eleito diretor geral do Campus da URI de Santiago, juntamente com os professores Jorge Padilha, diretor Administrativo e Michele Noal Beltrão, diretora Acadêmica. A nova direção, que toma posse no dia primeiro de setembro terá muitos desafios pela frente, como a implantação do plano de ações, considerado pelo diretor eleito, como um plano simples, mas com objetivos muitos claros./ O professor Francisco considerou a eleição muito disputada, frente a também competente chapa de concorrente, que tinha como diretora Geral a professora Ayda Bochi Brum; diretor Administrativo professor João Martins Pinheiro e diretora Acadêmica, professora Sandra Oliveira./ A partir de agora, a chapa eleita pretende se reunir e definir como irá trabalhar nos próximos quatro anos frente ao Campus da URI, capacitando funcionários e professores, conforme suas habilidade e competências funcionais; organizando os setores e valorizando o profissional e criando setores de recursos humanos./ É também missão da direção eleita consolidar cursos existentes em níveis pedagógico e estrutural, com qualificação do ensino, pesquisa e extensão; implementar e estruturar laboratórios estabelecidos nos projetos políticos pedagógicos dos cursos de graduação./ Firmou-se também o compromisso de implementação do plano de cargos e salários para funcionários, a exemplo do que já ocorre com os docentes; estruturação do núcleo de pesquisa institucional da URI campus de Santiago, com gradativa consolidação das atividades de pesquisa nos diferentes cursos de graduação e de pósgraduação , além de, entre outras ações da criação do núcleo de orientação e apoio pedagógico institucional para professores, acadêmicos e funcionários e compromisso da direção de visitas, no máximo de dois em dois meses, aos setores para mapeamento de necessidades e possibilidade./
O resultado oficial da eleição no Campus de Santiago, foi anunciado perto da uma da manhã de hoje,17, pelo presidente da Junta Eleitoral, professor Miguel Garaialdi, sendo o seguinte: para Reitoria – votação de Professores: Chapa 01 – Reitor professor Sandro Rogério Vargas Ustra – 92 votos e Chapa 02 – Reitor professor Luis Mário Silveira Spineli – 84 votos e 02 votos nulos; para Direção de Campus - Chapa 01 – diretora Ayda Bochi Brum - 86 votos e Chapa 02 – Francisco Assis Gorski - 89 votos./ Votação da Comunidade – para Reitor – Chapa 02 – Luis Mário Silveira Spinieli – 05 votos e Direção de Campus – Chapa 01 – Ayda Bochi Brum – 01 voto e Chapa 02 – Francisco Assis Gorski – 04 votos./ Direção da Escola Básica da URI – diretora, professora Roselaine Lambert – 04 votos válidos e 01 voto branco./ Funcionários e Técnicos Administrativos – para Reitoria - Chapa 01 – Sandro Rogério Vargas Ustra – 36 votos e Chapa 02 – Luis Mário Silveira Spineli 56; para Direção de Campus – Chapa 01 – Ayda Bochi Brum – 46 votos e Chapa 02 – Francisco Assis Gorski – 55 votos; Direção de Escola- professora Roselaine Lambert – 11 votos e 01 em branco./ Já no segmento, Alunos da Universidade para Reitoria Chapa 01 Sandro Rogério Vargas Ustra – 595 votos e Chapa 02 – professor Luis Mário Silveira Spnineli – 589 votos e para Direção de Campus – Chapa 01 – Ayda Bochi Brum – 700 votos e Chapa 02 – Francisco Assis Gorski – 523 votos. / A URI deve divulgar nesta sexta-feira o resultado final em todas as suas unidades./ Cada seguimento representou um “peso” para a eleição, sendo 70% dos professores e de 10% para os demais, acadêmicos, comunidade e

sábado, 12 de junho de 2010

NOS TORCEMOS PARA O BRASIL SEMPRE

VAMOS TORCER PELO BRASIL


Passamos a viver mais uma Copa do Mundo e a torcida pelo Brasil nesta competição se faz presente a todo momento. A euforia dos torcedores e o comércio que se pinta de verde e amarelo e utiliza as mais variadas formas para afirmar a sua torcida pelo grupo de jogadores e dirigentes que estão no mundial. O País pára, de certo modo, para assistir a seleção brasileira, e alguns eventos, até mesmo, são transferidos para que ninguém perca nenhum detalhe e faça corrente positiva pela vitória da seleção brasileira. Como estamos nos aproximando do inverno, que chega no próximo dia 21 de junho, os jogos da Copa também incentivam as pessoas a produzirem cardápios exóticos a serem degustados enquanto assistem aos jogos. Aí entra a tradicional pipoca, até o indispensável cafezinho.
Os jogos da Copa do Mundo, além de produzirem um super gasto, também promovem receitas diretas ou indiretamente. Todos, de certa forma saem ganhando, desde as agências de viagens, até as lojas locais com produtos da Copa. Para quem não conseguiu ir até a África, fica as opções das TVs ou dos famosos telões. Enfim tudo é feito para aproximar o torcedor dos acontecimentos, graças a tecnologia da comunicação televisiva e até mesmo do indispensável radinho de pilhas que pode ser levado a qualquer lugar.
Está formada a corrente prá frente, independente das opiniões adversas às do treinador Dunga que comanda a mais cobiçada vitrine do futebol brasileiro: a seleção.
Os milhões de brasileiros que estão unidos neste momento estão convidados para continuarem esta torcida pelo País, não só pelo distinto grupo de desportistas, mas também por outros que passam horas afins pensando para a promoção de uma vida melhor para todos. Se o futebol, é capaz de reunir as classes, vamos seguir este exemplo de mobilização e participação nas decisões que mexem com a economia, com a saúde, com a educação, com a segurança, com o patriotismo, com a qualidade de vida, combate as drogas, à prostituição infantil, à desigualdade, à corrupção e tantos outros, como na própria política partidária, nos quais somos ausentes. Assim como no futebol, fica fácil criticar e atribuir responsabilidades, quando estamos “ no banco”. Porém quando somos convidados a experimentar a prática e mostrar o quanto é importante a nossa participação, deixamos a mercê de alguém que nos represente.
Que a união pela vitória da Seleção Brasileira, se transforme numa atitude permanente pelo Brasil num todo.
Vamos torcer, pelo Brasil, sempre.

sábado, 5 de junho de 2010

2ª EXPOCIPO - 03 A 06 JUNHO 2010














































FEICASSIS
















Feicassis


Movimentada a 11ª edição da Feicassis - parabéns pela organização.

terça-feira, 18 de maio de 2010

NOSSO MODO COMPLEXO DE VIDA

A nossa existência é um eterno aprendizado; o cotidiano da vida é o professor e os fatos são desafiadores. Somos agentes de perguntas e respostas; de pouca determinação e coragem e faltamos na grande maioria com a verdade por admitir que a mentira possa servir de estratégia na vida tudo em função de nossos interesses. Biblicamente pecamos e, se a verdade prevalecesse sempre quem sabe às coisas seriam menos complicadas. É difícil medir os efeitos da verdade, pois na vida, estamos sujeitos a mentir. Exemplo: às crianças e adolescentes achamos adjetivos e criamos desculpas para não responder diretamente aos seus questionamentos. A uma visita, costumamos pedir para que diga que não estamos em casa e assim uma sucessiva continuidade de ocasiões. Você seria capaz de dizer a verdade em relação à sua condição de disposição para o momento? Com certeza não, pois estaria magoando seu amigo ou amiga.
O famoso jeito das coisas faz com que a gente entre num vício de desculpas tudo por causa dos nossos interesses ou até mesmo para não magoar o próximo. A sinceridade absoluta, que deveria estar no topo do nosso modo de vida, na maioria das ocasiões é recebida com antipatia, justamente porque não costumamos exercer com freqüência este valor.
O conceito de pecado, foi substituído por “ foi por um motivo justo”, “momento de fraqueza”, desequilíbrio moral, e assim por diante.
O escritor Alejandro Bullón em seu livro – Sinais de Esperança – ao destacar a necessidade de se voltar a Deus e suas escrituras, descreve que “ a humanidade tem voltado seus olhos à criatura em vez de dirigi-los ao Criador. Existem pessoas que não saem de casa sem consultar o horóscopo. Acreditam que seu destino está determinado pelos astros. ... “ a principio, essa atitude do homem moderno pode parecer confortável, mas a fome espiritual continua”. Vai mais além ao afirmar que “as religiões falharam em responder às perguntas existenciais porque se afastaram do único Livro capaz de prover respostas satisfatórias”, ao se referir à Bíblia. Reforça que “escolhemos o que se adapta à nossa maneira de ser e de pensar, mas resistimos a adequar nossa vida aos ensinamentos eternos da Palavra de Deus”. Enquanto isso os vazios existentes são preenchidos por crenças que não nos leva a nada.
Enquanto se discute os Sinais dos Tempos, se fala de esperanças, mas enquanto a humanidade não se comprometer com o bem comum, o nosso modo complexo de vida, tende a ficar mais complexo, porque não sabemos lidar com os nossos próprios conflitos, mesmo sendo exímios conselheiros.
A complexidade do ser humano é dos mais fascinantes desafios. Acabamos a nossa existência terrena sem realmente chegar a uma conclusão.

TEMPOS DE PRESSA


A corrida frenética em busca de alguma coisa para grande parte das pessoas é uma rotina estressante. Isso inclui o ir e vir e a resolução dos problemas naturais traçados pelo ser humano, sejam eles de natureza familiar ou profissional. Nesta rapidez, percebemos que faltam horas no dia para desempenho de que tudo o que acontece nele, e a gente vai querendo cada vez mais tempo e, em meio a isso tudo, atropelamos momentos importantes de nossas vidas interrompidos pelos celulares e pelas necessidades com que a profissão de cada um coloca. Não é possível deixar nada para amanhã. Por causa disso e, principalmente pela incapacidade de organização, muitos pais, amigos, conhecidos, parentes, jovens, adultos e velhos, diminuem cada vez mais as oportunidades de viver e apreciar coisas que são totalmente gratuitas, tudo em nome da pressa e da real busca por um único objetivo, esquecendo que na vida, tudo depende de equilíbrio para a consolidação dos projetos pessoais e coletivos.
Esta pequena introdução faz com que relembramos uma mensagem transmitida via e-mail, onde um sujeito, vestindo calça jeans tira seu violino do estojo em pleno movimento no metro em Nova York e toca por 45 minutos sendo totalmente ignorado pela multidão que passava. Ninguém percebeu que se tratava de Joshua Beel , um dos maiores violinistas do mundo executando obras consagradas, assistido dias atrás em renovados teatros americanos, cujo ingresso era caríssimo. A iniciativa, do Jornal Washington Post era promover um debate sobre valor, conceito e arte. O renomado artista passou despercebido porque não tinha preço e nem etiqueta.
Essa cena, se repete no nosso dia à dia, quando substituímos espetáculos maravilhosos apresentados pelo nosso Criador que são totalmente gratuitos, singelos e sem etiquetas.
Devemos valorizar as coisas quando não estão no contexto, independente de marcas, preços e grifes. É importante que reflitamos sobre o que tem valor real para nós. Nossos sentimentos e apreciação de beleza são manipulados pelo mercado? Quando realmente valorizamos o afeto e a harmonia? Infelizmente esquecemos que amor e carinho não têm preço. É preciso valorizar mais aquilo que está ao nosso alcance, principalmente a manifestação de afeto, considerada extraordinária e especial.